Voltando ao youtube e ao blog! \o/
Os dramas do Desafio Méliuz
Visto hoje às 19:45

Em 19 de dezembro de 2014
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Estava eu na casa da minha avozinha (❤️) e ela estava assistindo à novela das 8 (Ou seria das 9? Nunca sei direito.) E em uma das cenas era em um tribunal com um blogueiro (acho que era blogueiro, nunca assisti à novela, não tenho certeza) que escreve sobre a vida dos famosos. Eu não estava prestando muita atenção (como sempre) até a hora em que ele fala “famoso não tem vida privada”.
Não costumo assistir a novelas. Acho tudo muito igual em questão de roteiro e a dinâmica das falas me incomoda um pouco, é muito “você fala, eu falo” e isso não é nada natural. Na vida real as pessoas se interrompem, falam juntas, não é essa coisa “mecânica” que a maioria das novelas têm. Mas ao ouvir essa frase eu parei para assistir. Mas não assisti, acabei divagando. (Como sempre x2)

Já ouvi e li muito desse “famoso não tem vida privada” por aí. Aliás, ler isso está cada vez mais comum na blogosfera. Os leitores/fãs/seguidores, como quiserem chamar, estão se sentindo cada vez mais íntimos do blogueiro, o que não é um problema, só passa a sê-lo (Hmmmmm, escrevendo bonito, a menina, tá se achando a intelectual!) quando o leitor passa a se achar dono do blogueiro e isso, infelizmente, acontece com muita frequência. É um tanto de “você escolheu ser uma pessoa pública, então tem que aceitar pessoas se intrometendo na sua vida e as opiniões dadas por elas” que eu fico boba! Como asiiiiiiiiiiiiiiiiiiim?!! Cadê o respeito? Cadê a educação? Só porque uma pessoa se expõe (muito) mais que normalmente as outras pessoas fazem, quer dizer que não pode reclamar se você quiser saber a cor da calcinha dela ou qual parte do corpo ela lava primeiro no banho? (Me conta aí quais são.)

Sei que manchetes de fofoca vendem porque senão as notícias como “Fulano é visto em shopping do Rio com seus filhos” ou “Sicrana joga latinha de refrigerante na lixeira” não existiriam, mas não tá passando dos limites? Artistas não podem nem coçar o nariz em um shopping que milhões de pessoas tiram fotos e fazem manchetes. Além dessa invasão clara de privacidade, ainda vêm os comentaristas de internet querendo fazer críticas [ironia] maravilhosas [/ironia] sobre a vida da pessoa e querendo dar pitaco até em como a pessoa corta a unha do dedão do pé. (Você corta a sua como?) 

Se ofendeu a pessoa ou não, não importa, afinal ela, além de seu comentário de merda, ela deixou um “MINHA OPINIÃO“, então, automaticamente a pessoa tem que segurar a merda que ela joga no ventilador e cheirar (Eca, Bela!), não é mesmo? NÃO! Não é porque é a sua opinião que você pode sair jogando ela por aí. Não é porque é sua opinião que ela deixa de ser ofensiva. Gostaria de ver essas pessoas tão “corajosas” na internet falando isso na cara das pessoas na rua. Chegar pra uma e dizer “não gostei do seu cabelo, você devia fazer assim, assim e assado”. D-U-V-I-D-O que faça isso, duvido! E por que não faz? É porque tem medo da reação da pessoa? Se não faz no cara-a-cara, por que faz na internet? Não é porque você está “protegido” (entre muuuuuuuuuitas aspas) por uma tela de computador que pode escrever o que quiser por aí. (Aliás, a Delegacia de Crimes Virtuais tá aí pra isso, protegido você não tá mesmo.)

Será que ninguém se põe no lugar da pessoa com a privacidade violada? Vai dizer que você gostaria de ter pessoas dizendo como você deve pintar o cabelo, cuidar dos filhos, se maquiar, falar, comer, limpar a bunda (Eca, Bela! x2)  …? Não, né? Então por que faz isso com as pessoas? Por que as pessoas só por serem “públicas” são obrigadas a acatar todas as suas “opiniões” e a expor toda sua vida só porque você quer? Antes de figuras públicas, elas são pessoas também e pessoas têm direito a uma vida privada.

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Em 25 de novembro de 2014
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A Hayane e a Nicolly do Geek Chic e a Gisele do Do jeitinho da Gi  me taguearam pra One Lovely Blog Awards e, como eu estou um tempo sem postar por causa de umas coisas que vêm acontecendo nesse final de ano e também pelo fato de muita gente ter me tagueado em mutas tags, decidi responder a uma dessas tags pra atualizar aqui. (Juro juradinho que já já volto a postar direitinho, só tô esperando as coisas se ajeitarem aqui. Paciência comigo, por favor.)

A tag consiste em responder 11 perguntas e taguear 11 pessoas. Então vamos parar de enrolar e ir às perguntas. o/

1. Porque decidiu criar o blog e quando começou?

Puuuuuts, vou ter que buscar na memória essa, tem tanto tempo!

Eu sempre amei escrever, é algo que me faz muito bem de verdade e, desde que aprendi a ler (lendo quadrinhos do Homem-Aranha do meu pai com 4 anos), eu escrevo. (Não disse que sempre escrevi bem ou que escrevo bem agora, disse que sempre gostei de escrever. Naquela época eu escrevia, se era direito é outra história.) Já tive zilhões de diários, caderninhos de poesias, histórias em quadrinhos que eu criei… Daí em 2004 ou 2005, não lembro bem (Não lembro o que almocei hoje, imagina o ano em que criei meu primeiro blog!), vi numa revista pra adolescentes (acho que era a Smack, não tenho certeza) que existia essa coisa “nova” chamada blog, onde você podia escrever o que quisesse e qualquer pessoa de qualquer lugar poderia ler e comentar sobre e, como amava escrever e inventar histórias, criei um blog pras minhas crônicas. De lá pra cá tive muitos e muitos blogs com os temas mais variados. Mas excluí todos os antigos quando “enjoava” deles, infelizmente.

Então, resumindo, criei em 2004 ou 2005 meu primeiro blog. Esse aqui é de 2013 mas só comecei a postar pra valer em Agosto desse ano (2014, se você estiver lendo isso num futuro muito distante.) E criei todos os meus blogs porque sempre amei escrever. (Nem precisava daquele texto enorme ali em cima, só escrever esse parágrafo pequenininho, mas tudo bem, a pessoa não sabe ser breve.) 

2. Quais benefícios o blog te traz?

Ele me distrai. Escrever é uma terapia pra mim, me faz fugir dos problemas por um instante, sempre fez, por isso amo tanto. (Fui breve. Ponto pra mim!)

3. Qual o post mais acessado?

Não sei, vou procurar aqui nas estatísticas. Achei. (Você leu esse “achei” em um segundo, mas demorei um tempinho pra achar onde via qual era o post mais acessado.) Foi o meu post sobre o Tsu. Muita gente querendo ganhar dinheiro nazinternets, né?

4. Você usa as redes sociais?

Uso sim. Eu realmente sou viciada, apesar de não atualizar muito. (Que feio, Bela! Que feio! Que feio! Que feio!)

5. Como o blog tem evoluído?

Igual ao Pikachu. Eu poderia usar a pedra do trovão pra acelerar o passo mas prefiro deixar como está. (Metáforas de um ser meio nerd, ignore.)

6. Já viveu algum fato importante por causa do blog?

Eu conheci pessoas maravilhosas. Amigas que sei que posso contar com.

7. De onde nasce inspiração para escrever?

De tudo! Eu confesso que tenho muita facilidade pra ter temas, tanto pra posts quanto pra vídeos, então inspiração não é problema pra mim, meu problema mesmo é o tempo. (Bela chora. :'( )

8. O que você aprendeu a nível pessoal e profissional esse ano com o blog?

Pessoal foi que existem muitas pessoas ruins nesse mundo. Pessoas que fazem de tudo pra te ver pra baixo, mesmo que você não tenha feito nada pra elas. Tem gente que faz de tudo pra derrubar os outros e passar por cima. Aprendi a ser menos bobinha, sabe? Confiar menos, esperar menos das pessoas… Infelizmente.

E profissionalmente… Não sei. Eu não trato o ato de blogar como profissão, então não sei mesmo.

9. Qual sua frase favorita?

Tenho muitas. Mas no momento, a que eu mais tenho repetido pra mim é a “When there are clouds in the sky you’ll get by if you smile” (“Quando há nuvens no céu, você superará se você sorrir”, traduzido porcamente por mim), trecho da música do Charles Chaplin. Essa música é linda demais, não consigo parar de escutá-la no momento que tenho passado na minha vida. Se encaixa perfeitamente. (Acho que dá pra perceber até na minha escrita mais “séria”, né? Perdão por isso.)

10. Qual conselho você você daria pra quem está começando agora no mundo dos blogs?

Não se afobe. Não ache que vai fazer dois posts e vai estar famosa e rica. Todo mundo cresce aos poucos, uns mais rápido que os outros, mas todos chegam lá, é só gostar de fazer que você será ótimo em qualquer coisa que faça. 🙂 Ninguém ganha 100 mil seguidores fiéis em 10 dias de blog. (Tá, alguém no mundo deve ganhar, mas não é tão simples assim.)

11. O que os blogs que vai indicar tem em comum?

São blogs que amo e blogueiras que sei que não vão ficar com raiva de mim se eu as taguear. (Não fica, tá, gente?)

Tainan do Eu curto literatura | Aline do Aline França | Katlyn do Hi Cultura | Juli do Identidade Moda | Rozario do Feitiço MakeUp | Clau do Luxo Incrível  | Ana do Ideia Rosa

Era pra eu taguear 11 pessoas, mas não sei se as outras pessoas gostariam, preferi deixar pra lá por isso.

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Em 6 de novembro de 2014
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Fruits Basket

O post de hoje vai ser sobre uma das séries de mangá que eu mais gosto: Fruits Basket. (Amo muito, muito, muito, muito, muito. )

Fruits Basket (também conhecido como Furuba) é um mangá shōjo (para meninas) escrito e ilustrado por Natsuki Takaya, foi publicado na revista Hakusensha no Japão e, aqui no Brasil, pela editora JBC. (Aliás, meu sonho é conhecer a redação da JBC. … Tá, e quem me perguntou?)

Furuba é uma série de 23 volumes que conta a história de Tohru Honda, uma menina que mora numa barraca (!!!) no meio de uma floresta, um tempo após sua mãe ter falecido, porque não queria dar trabalho ao seu avô. Lá ela é encontrada por Yuki Sōma (Só o cara mais popular do colégio! Só!) e, depois de sua barraca ter sido destruída por um tufão (!!!), ele a resgata e ela começa a morar (a princípio, provisoriamente) na sua casa com ele e seu primo, Shigure Sōma (Sem pensar besteira! A Tohru é muito inocente pra isso! Juro, ela é impressionantemente inocente.)

Fruits Basket

Logo nos primeiros dias de estadia na casa dos Sōma, Tohru descobre um segredo de Yuki, Shigure e Kyo (que aparece um pouco depois na trama e, digamos, a culpa dela descobrir o segredo é dele). E o segredo é: eles e mais 10 outros membros da família são possuídos pelos espíritos dos animais do Zodíaco Chinês e que,quando abraçados por pessoas do sexo oposto ou quando estão fracos, se transformam nesses animais. Posso dizer que esse fato de se transformarem é o que traz mais humor ao mangá.

No decorrer da história, Tohru conhece os outros membros da família Sōma (os que são amaldiçoados e uns que não) e conhece suas histórias (que são ótimas, diga-se de passagem).

Fruits Basket

O que eu mais gosto nesse mangá é que a personagem principal é muito forte (apesar de ser bobinha) e as histórias são profundas e ele te ensina a ver o mundo com outros olhos. Toda vez que releio, ele mexe com meus sentimentos de uma forma que não sei explicar! Mas uma coisa é certa: sempre que releio Furuba, eu me sinto renovada e com vontade de ser uma pessoa melhor.

Fruits Basket é um mangá que tem muito humor. (É daqueles que você começa a rir sozinha que nem retardada no meio do metrô e todo mundo olha, sabe? Não sabe? Só acontece comigo? Só? Então tá…) Mas também que, quando você menos espera, você está se debrulhando em lágrimas com as histórias emocionantes de cada personagem (aliás, são muitos personagens, muitos mesmo, mas isso não gera nenhuma confusão, por incrível que pareça). E, claro, por ser um mangá para meninas, tem muuuuuuuuuito romance (e é daquele tipo de romance que te faz dar aquele sorrisinho bobo enquanto lê).

Fruits Basket

Duas curiosidades sobre mim que tem a ver com Furuba: meu “nome artístico” vem de uma personagem do mangá: a Saki Hanajima. Na época, minha amiga estava lendo esse mangá e ela achava meu jeito muito parecido com o dela, daí só me chamava de “Hanajima” e pegou! (Hoje em dia, ironicamente, não me pareço tanto com a Saki assim.) A outra coisa é que meu gato se chama “Kyo” por causa do personagem de cabelos laranjas do mangá. <3 (Tenho uma quedinha por ele. Quem nunca teve quedinha por personagens de desenho? Você não? Ah, ok, deixa pra lá.)

“E o nome é Cesta de Frutas mesmo, Bela?” É sim. No decorrer da história você fica sabendo o porquê desse nome, mas já adianto que é fofo quando você percebe. (Não posso dizer mais senão vira spoiler.)

Fruits Basket

Fruits Basket

O traço da Takaya mudou bastante no decorrer dos volumes (como percebe-se nas duas fotos acima. Bom, pelo menos acho que dá pra perceber), parece que ele “amadureceu” junto com os personagens e com a história, o que eu acho bem interessante, você realmente percebe essa evolução a cada volume e não é nada que chega a incomodar, na verdade é bem orgânico, parece que foi até proposital.

A princípio o mangá pode até parecer bobinho, mas no decorrer dos volumes a história vai realmente crescendo e amadurecendo. Takaya trata nele de assuntos como bullying, preconceito, isolamento e depressão de uma forma que não tem como você não chorar rios e rios. (A não ser que você seja uma pessoa de coração muito duro. Ou eu que sou emotiva demais? Jamais saberei essa resposta.)

Fruits Basket

Fruits Basket é um mangá com uma história muito rica, linda e que te prende. (Prende mesmo. Toda vez que pego pra reler, não consigo parar um minuto até ler todos os 23. Leria até no banho, se desse.) Todos os personagens tem suas histórias de vida, que são muito bonitas e complexas.

O papel do mangá que deixa a desejar, é daquela folha que parece jornal e que se solta facilmente. (Várias folhas já se soltaram dos meus. </3Que bom que a JBC está lançando os novos mangás em uma folha mais resistente agora. (Siga o exemplo, Panini!)

Depois de ler essa história você sente que mudou como pessoa, sua visão do mundo e de como você se comporta diante de certas pessoas se torna diferente, você sente que cresceu, por isso posso dizer que é meu mangá favorito e recomendo a todo mundo. Aliás, se for ler, prepare o lencinho porque muitas lágrimas são derrubadas!

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Em 30 de outubro de 2014
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Desde que “blogueiro” virou profissão, o número de pessoas que querem ganhar dinheiro com isso vem aumentado exponencialmente. E agora surgiu o Tsu, uma rede social que promete pagar o usuário pelo conteúdo criado por ele. 90% (sim, 90%) do lucro é dividido entre os usuários e 10% vai para o próprio Tsu. E, é óbvio, que as pessoas que têm sonho de trabalhar com internet ficaram muito, mas muito empolgadas com a ideia de ganhar dinheiro com suas postagens em uma rede social.

“E como funciona essa rede social, Bela?” Primeiro você se inscreve no Tsu com convite de alguém (esse convite é, nada mais, nada menos, que o link do perfil da pessoa ou um convite direto que ela te manda através do próprio Tsu), você preenche seu perfil normalmente, coloca fotos de perfil e capa e suas informações. Depois do seu perfil criado, para começar a monetizar suas postagens, você deve clicar em Bank. Assim que clicar, vai abrir uma pop up que contém os Termos de Serviço do Tsu (recomendo que leia tudo com muita calma os termos porque não pode ser revertido depois de aceito), depois de ler (e concordar) você clica em Accept e seus posts começarão a ser monetizados. (Não posso informar com certeza quanto tempo demora pra começar a monetização porque não monetizei o meu perfil e nem pretendo, por enquanto.)

“E como funciona o pagamento?” O sistema de divisão do dinheiro lembra muito um esquema de pirâmide (o que me desagrada bastante, aliás). Assim que você começa a receber, o Tsu recebe 10% de todos os seus ganhos para manter a plataforma. 50% do que sobrar do dinheiro é pago ao usuário que criou o conteúdo e a outra metade é distribuído entre a Family Tree (“Árvore Familiar”, que consiste nos amigos, as pessoas que ele convidou, a pessoa que o convidou e seguidores) do criador do conteúdo. Eles têm uma imagem no site que explica a divisão:

Tsú

Imagem retirada do próprio Tsu

“Entendi a divisão, mas quando recebo o dinheiro?” Você recebe o dinheiro quando completar, no mínimo, $100, assim como acontece no AdSense. Para receber você tem que cadastrar seu endereço, também na aba Bank. Você deve clicar em Redeem your money para preencher o formulário com o seu endereço. (Também não sei se existe a opção de enviar ao Brasil no site, não monetizei o meu, então, obviamente, não cheguei a $100 para solicitar o dinheiro.)

O Tsu é gratuito e tem aplicativo disponível para iOS e Android, além de uma versão para web.

“E qual a sua opinião, Bela?” Sobre o Tsu: gosto da interface e do design (é verde, igual ao meu blog ) e das funções. Como sou entusiasta de novas redes sociais, adorei a ideia de ter uma que me lembra uma mistura de Twitter e Facebook. (Pra quem não sabe, eu sempre crio conta nas redes sociais novas antes mesmo de saber pra que servem, só pelo fato de ficar mega empolgada com coisa nova. Sim, eu sou dessas.) Acho que fotógrafos, youtubers, designers, músicos, blogueiros e outros artistas podem se beneficiar bastante dessa rede social para ganhar dinheiro enquanto se divulgam.

Sobre a monetização: Não estou segura sobre a monetização e o pagamento, então não pretendo monetizar por enquanto. Se surgir um suporte brasileiro, talvez eu monetize, mas não tenho certeza disso. O esquema de “árvore” (pra mim, parece uma pirâmide com o nome diferente), já disse que não me agrada. E o fato das pessoas ganharem dinheiro por convidarem outras pessoas está fazendo tudo virar uma loucura (para não dizer que as pessoas estão desesperadas pra ganhar dinheiro a qualquer custo).

Minha conclusão é: é uma ferramenta muito boa se as pessoas souberem usar e não ficarem fazendo spam e trocando seguidores a torto e a direito. Todo mundo já sabe a minha opinião sobre troca de seguidores, então nem vou me estender nisso. Eu gostei do Tsu, vou explorar um pouco mais seus recursos até mesmo para chegar à conclusão se monetizo ou não. (Caso você queira me seguir ou adicionar lá, o meu é esse.) Assinatura blog novo3





Em 29 de outubro de 2014
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Hoje, dia 29/10, é meu aniversário de namoro. 9 anos juntos. (Sim, NOVE ANOS. Sim, alguém me atura por tanto tempo.) E desde antes de completarmos 5 já perguntavam quando seria o casamento. Eu acho engraçado. Primeiro porque as pessoas sempre se espantam ao saber que um namoro pode durar tanto tempo. Segundo porque elas acham que as pessoas que namoram mais de 4 anos são obrigadas a se casar o quanto antes, senão a mulher (engraçado ser sempre a mulher também) está “sendo enrolada”. Terceiro porque as pessoas sempre acham que as pessoas tem que, obrigatoriamente, se casar.

Como eu já disse nesse post, eu nunca tive aquele soooonho de casar, na igreja, de branco, de véu e grinalda. Então, desde que comecei a namorar, nunca tive aquela vontade vontade de me casar. Claro que, com o passar do tempo e o amadurecimento (eu amadureci, juro, antes era pior), você vai sentindo mais vontade de ficar ao lado da pessoa amada (ou não, depende do casal) e também quer sair da casa dos pais (ou não, depende do filho). Então, sim, eu quero sair da casa dos meus pais e morar com meu namorado. (Talvez, até lá casar de véu e grinalda, por que não? Se eu tiver vontade até lá, caso sim e se reclamar, caso de novo.)

Eu acho engraçado associarem tempo de namoro a sucesso no casamento. Tudo bem, pessoas se aturam há 10 anos, como eu e meu namorado (namoramos há 9 mas nos conhecemos há 10) tem boas chances de o casamento ser bem-sucedido porque 10 anos é tempo pra c****** (Esse palavrão foi censurado pela Globo.) mas há casos em que não dá certo. E há casos em que as pessoas namoram um mês, casam e são felizes para sempre (igual nos filmes da Disney).

Eu quero sim casar com o meu namorado ou morar junto, sei lá, mas não tenho essa pressa toda que as pessoas geralmente tem. Quero estabilidade financeira antes de fazer qualquer coisa do gênero. Se daqui a 2 meses eu ganhar na loteria, certamente vou morar com ele, mas se não (o que é o mais provável, diga-se de passagem), qual o problema em esperar mais um, dois ou três anos? Esperar não vai fazer o amor acabar não. direitos Assinatura blog novo3